Por trás das rezas, dos ebós, dos toques e da roupa branca… existe um ser humano que sente, que sofre, que se decepciona. Esse é o grito silencioso de um sacerdote de matriz africana. Não é fácil sustentar uma casa de axé. Não é fácil carregar o sagrado nos ombros, cuidar de dezenas de filhos espirituais, administrar crises, manter a estrutura física da casa, zelar pela espiritualidade dos outros e ainda sorrir. O sacerdócio é uma entrega diária. E, muitas vezes, solitária. Q